segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Síndrome de Burnout: A Doença do Esgotamento Profissional

A Síndrome de Burnout é uma das consequências do ritmo atual de trabalho e de seu mercado competitivo, ou seja, o resultado de um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes.

Caracterizada por ser o ponto máximo do estresse profissional, pode ser encontrada em qualquer profissão, mas em especial naquelas que lidam direto e intensamente com pessoas e que causam  influência em suas vidas.
É o caso de pessoas das áreas de educação, assistência social, saúde, recursos humanos, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas.


O próprio termo “burnout” demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e psicológicos da pessoa.
O nível máximo de estresse é consequência de problemas de relacionamento com colegas, clientes e chefes, a falta de cooperação entre os colegas de trabalho, de equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal e também de autonomia. Fortes candidatos são aqueles conhecidos como "workaholics", que se identificam bastante com o trabalho, vivem para ele e têm níveis de exigência muito altos.


Sintomas
Os sintomas da síndrome de Bournot podem ser confundidos, em sua fase inicial, com os sintomas da depressão. Enfatizando, portanto, a necessidade e importância de um diagnóstico mais apurado. A manifestação de esgotamento físico e emocional se reflete por meio de diferentes comportamentos tais como: agressividade, irritabilidade, mudanças de humor, dificuldade de concentração, falha da memória, ansiedade, tristeza, pessimismo, baixa autoestima, isolamento e ausência no trabalho. Além disso, há relatos de sentimentos negativos e desconfiança. Muitas vezes, o profissional acredita que a melhor opção seja tirar férias; entretanto, quando volta, descansado, retoma a postura anterior.


Como Identificar
Para detectar a síndrome, é importante analisar se os problemas enfrentados estão relacionados ao ambiente de trabalho ou à profissão. O ideal é procurar um especialista no tema e fazer exames psicológicos. É necessário avaliar se é o ambiente profissional que causa o estresse ou se são as atitudes da própria pessoa que passam a ser o estopim.

A psicoterapia e a qualidade de vida podem trazer o alívio para tal sofrimento. Identificar as causas e a abertura para mudança de hábitos e crenças são fundamentais para o encontro do bem estar físico e emocional.

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